Leitura de Trem: DC Terror Cavaleiros do Demônio

Eita, um post com esse título em pleno dia de finados? Desconjuro!

Calma, calma não precisa chamar o exorcista! É só um review da recém lançada  Cavaleiros do Demônio, revista que explora a idade das trevas do Universo DC em os Novos 52.

Tinha ouvido falar muito bem desse título por isso aguardava o lançamento do encadernado que a Panini havia prometido para o mês de outubro. E cumpriu, saiu no dia 31 em pleno Haloween tão comemorado na tuítosfera. Comprei, coloquei no topo da na minha pilha de leitura, mas confesso que não atingiu minhas expectativas.

Isso não significa que é ruim, na verdade é melhor que a esmagadora maoiria das coisas publicadas sob o selo Novos 52, mas eu estava esperando algo mais sombrio, na linha dos títulos da Vertigo, quando na verdade Demon Knights (título original) segue uma linha mais aventuresca, em um cenário medieval tipo de enredo que eu não sou um grande fã.

A história se inicia com a queda de Camelot para saltar 9 mil anos no futuro e mostrar o que Madame Xanadu, Etrigan/Jason Blood e o Cavaleiro Andante, personagens que presenciaram o fim da corte do Rei Arthur, estão fazendo no momento (não se assustem com a longevidade deles, quase todo mundo é imortal na história). Em suas andanças eles acabam encontrando o (também) imortal Vandal Savage, a amazonas exilada Exoristos e Al Jabr um homem das Ciências em plena idade média.

Esse grupo acaba se reunindo “por acaso” em uma taverna que está no caminho de conquistas e destruição da Horda, exército sob o comando do feiticeiro Mordru e da Rainha Flutuante e conseguem sobreviver à essa primeira investida para em seguida ficarem cercados em um pequeno povoado protegido pela misteriosa Cavaleira em uma tremenda inferioridade numérica.

Assim como em Grandes Astros do Faroeste, uma das coisas interessantes são as referências ao presente do Universo DC e a releitura de alguns personagens ( Seria o Cavaleiro uma Cavaleira?). Também é sem dúvida a revista mais violenta da editora, prepare-se para ver  o sangue jorrar, com direito a cabeças decepadas e desmembramentos.

A arte é do brasileiro Diógene Neves e apesar de alternar um pouco o estilo durante a história (provavelmente isso é proposital e eu sou uma besta que não entendi) é muito boa.

Se você gosta da temática com certeza vai curtir Cavaleiros do Demônio. Se não é fã, mas leitor de quadrinhos a revista é bem interessante, diverte e vale o investimento.

Só não vá esperando algo muito acima da média como eu fui

Nota no clima da revista (Leiam-a que vocês que entenderão)

6,66 bebês encapetados de 10 bebês encapetados possíveis.

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