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Um Conto de UATÁFOKIN: Trinta- Parte I

Seguindo a mudança editorial (risos) anunciada no post anterior, vou publicar esse conto aqui que escrevi para um projeto do que seria um livro de contos coletivos que acabou não indo para frente*.

Divirta-se. Ou não…


Aconteceu há dois anos quando eu havia acabado de fazer aniversário. Retornava para casa após mais um dia na minha rotina de trabalho como gerente-trainee-adjunto de novos projetos, cargo que no período que exerci nunca entendi qual era a real função prática, além da realização de uma série de reuniões que não levavam a nada.

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Reparei pela janela durante o percurso no tubos-coletivo que algumas aero-patrulhas da Agência de Controle de Danos em Super-Eventos (ACDS) planavam calmamente ao redor. Isto era pouco usual já que elas costumavam estar sempre cruzando o céu à toda velocidade em direção algum quebra-pau entre seres superpoderosos.

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Leitura de Trem: Visão

BEM AMIGOS DO UATAFÓKIN, VOLTAMOS AGORA EM DEFINITIV..ERROOOO0O0O0rrrr…

Não, não voltamos.

Pelo menos não no ritmo e no jeito que era antes, mas vez ou outras virei aqui para desaguar alguns textos que escrevi para  projetos que não foram para frente ou para compartilhar minhas impressões sobre HQ, cinema, tevê

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Claro que para superar minha preguiça em atualizar essa bodega só algo tão ruim a ponto de me ultrajar ou algo tão bom que eu queira compartilhar com os 5 leitores que insistem em visitar o blog. E é nessa última categoria que se enquadra a revista mensal do Visão escrita por Tom King e com arte de Gabriel Hernandez Walta.

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Leitura de Trem: Homem-Animal: Nascido para Ser Selvagem

No final dos anos 80 um iniciante Grant Morrison pegou um herói para lá de obscuro da DC e o tornou protagonista de uma história que figura em qualquer lista de maiores HQs de todos os tempos.

Se essa fase de  tão incensada (com razão) chega a ofuscar até coisas recentes feitas com o Homem Animal, como a boas versão dos Novos 52 do personagem com roteiro de Jeff Lemire, o que dizer das histórias que vieram logo em seguida à saída de Morrison do título?

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Na época essa responsa sobrou para o escritor Peter Milligan que encontrou uma maneira muito simples de se livrar do peso de suceder Morrison : ser ainda mais experimental que o maluco escocês.

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